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Quais dados realmente vale registrar em garantias?

Por Reginaldo Osnildo

Os quatro dados essenciais

Cliente. Nome e um contato — o suficiente pra localizar a pessoa se precisar avisar sobre o vencimento.

Produto ou serviço coberto. Uma descrição curta e específica (“bomba d’água instalada”, “compressor trocado”) evita ambiguidade quando o cliente tem mais de um item comprado.

Data de início e prazo. A partir desses dois, a data de vencimento é calculada — não precisa ser digitada manualmente.

O que está coberto (e o que não está). Uma linha curta evita discussão futura: “cobre defeito de fabricação, não cobre mau uso” já resolve boa parte das dúvidas antes que aconteçam.

O que costuma sobrar

Campos como “número de série completo”, “fornecedor da peça original” ou “histórico de reclamações anteriores” só valem a pena se você realmente consulta isso depois. Na prática, a maioria dos negócios pequenos nunca volta a esses dados — e cada campo extra no cadastro é um motivo a mais pra pular o registro no dia corrido.

Um teste rápido pra decidir o que manter

Pergunte: se um cliente ligar daqui a seis meses perguntando sobre a garantia, quais desses dados eu realmente vou usar pra responder? Normalmente a resposta se resume a quatro coisas: quem é, o que é, quando venceu, o que cobre.

Registro rápido, consulta rápida

Quanto menos campos o cadastro exigir, mais chance existe de a garantia ser registrada no momento da venda — que é o único momento em que a informação está fresca e completa. O SEM FIO Garantias limita o cadastro a esses quatro dados essenciais, justamente pra não competir com o tempo do atendimento.

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