Como medir recibos emitidos e compartilhados e saber se a organização melhorou
Por Reginaldo Osnildo
Saber se o processo de recibos melhorou não depende de sensação — depende de acompanhar alguns números simples ao longo do tempo.
O primeiro número: quantidade de recibos emitidos por período
Contar quantos recibos foram gerados por semana ou por mês ajuda a perceber se o processo está realmente sendo usado de forma consistente, ou se ainda existem serviços prestados sem comprovante formal.
O segundo número: tempo médio entre o serviço e o envio do recibo
Se esse tempo está diminuindo — de dias para minutos, por exemplo — é sinal claro de que o processo ficou mais ágil e está sendo feito no momento certo, não deixado para depois.
O terceiro número: quantos recibos precisaram ser corrigidos ou reenviados
Um recibo com erro que precisa ser refeito é sinal de falha no processo de conferência. Se esse número cai com o tempo, o cuidado na hora de preencher está melhorando.
Como acompanhar isso sem complicação
Não é preciso planilha nenhuma — um histórico simples de recibos emitidos, com data de emissão, já permite calcular esses três números manualmente uma vez por mês. O importante é repetir essa checagem com regularidade, para perceber a tendência, não só um retrato isolado.
O que esses números realmente indicam
Mais do que números bonitos, eles indicam se o recibo virou parte natural do fim de cada atendimento, ou se ainda é uma tarefa que fica pendente e é resolvida só quando alguém pede. Essa mudança de hábito é o verdadeiro sinal de que a organização melhorou.